Essa e outras ideias no Amenidades do Design.
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Educação cibernética
"Ensino: internet como aliada", uma reflexão da Cora Rónai sobre o ensino na rede e seus pequenos dilemas. Diria que, além das questões pedagógicas, existem as resistências de quem está apenas acostumado a orkut & msn ou como repassador de emeios. A ilustração é de autoria do jovem João Montanaro, de 14 anos, encontrada no Gibizada.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Sobre Espadas e Picaretas
Os livros de História adoram contrapor o governo militar espartano à democracia ateniense. Aqui, na nossa república democrática, deixamos trezentas espadas para termos trezentos picaretas, como, aliás, Luis Inácio avisara. Curioso, não?
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Brancos, negros e laranjas
(...)
A última final de Copa do Mundo com tantos jogadores brancos ocorreu quando Nelson Mandela ainda estava preso na Ilha Robben. Só o vestiário de um campo de críquete, nos tempos do regime racista, poderia igualar-se ao vestiário do estádio de Johannesburgo, na final desta Copa do Mundo.
Além de ser branco e de ter o nome de uma temida cadeia do regime do apartheid, Robben jogou com aquele seu uniforme laranja. O laranja, da casa real holandesa, era a cor dos colonos bôeres. Trata-se de mais um símbolo do passado segregacionista encarnado por Robben. A arquibancada do estádio de Johannesburgo, com todos os torcedores vestidos de laranja, evocava o Estado Livre de Orange.
(...)
Se, depois de sair da Ilha Robben, Nelson Mandela derrotou o fanatismo racista, Robben, com seus dribles, deu um passo adiante, ridicularizando o fanatismo politicamente correto e a propaganda multirracial. O temido protagonista do time da Holanda fundou, com sua canhotinha, o Estado Livre de Robben.
Diogo Mainardi
...
O texto de Mainardi, na íntegra, encontra-se aqui. Sobre a relação entre a ilha e o futebol, veja como presídio ou como museu. A imagem acima refere-se a um filme promocional.
terça-feira, 13 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Orgulho e preconceito
A grande surpresa da Copa do Mundo de 2010 se despede provocando pequenas ironias. A Alemanha renascida é uma seleção dos novos tempos, multi-étnica e globalizada. Num mundo onde o mercado profissional é mais importante que os valores nacionais, o cérebro germânico Shweinsteiger deve ter problemas para falar em alemão com seus compatriotas. Talvez por isso cantasse o hino quase que sozinho. Mas foi uma grande alegria ver que, no país que conseguiu superar o Apartheid, a Alemanha consegue refazer sua história. Não só os turcos imigrantes na Alemanha viam com bons olhos a escolha de seus filhos pela nacionalidade alemã em detrimento da turca. Como foi publicado no Globo de 07.07.10, até em Israel havia simpatizantes ao selecionado germânico.
Bom, nem todos. Para o sobrevivente do Holocausto Zeev Wolf, é "simplismente uma desgraça que a equipe alemã tenha tantos fãs em Israel". Concorda com ele 'Blaue Narzisse', como se autodenomina um membro de um grupo neonazista em declaração a revista 'Der Spiegel', publicada em O Globo de 06.07.10. Para ele, "as cores da bandeira estão sendo abusadas neste megaevento por esse time alemão multicolorido". Para 'NSRealist', "Özil, Khedira, Cacau, Podolski podem se jogar em um lago. Nós não precisamos deles. Os outros são bons o suficiente".
Bom, nem todos. Para o sobrevivente do Holocausto Zeev Wolf, é "simplismente uma desgraça que a equipe alemã tenha tantos fãs em Israel". Concorda com ele 'Blaue Narzisse', como se autodenomina um membro de um grupo neonazista em declaração a revista 'Der Spiegel', publicada em O Globo de 06.07.10. Para ele, "as cores da bandeira estão sendo abusadas neste megaevento por esse time alemão multicolorido". Para 'NSRealist', "Özil, Khedira, Cacau, Podolski podem se jogar em um lago. Nós não precisamos deles. Os outros são bons o suficiente".
Em contraposição, o eternamente lúdico carrossel holandês dá lugar a uma máquina de vitórias. De forma mais contida, resguardada e burocrática, a seleção holandesa chega a uma final depois de 32 anos com a cara da velha Alemanha. Não é mágica como a geração duas vezes finalista nos anos 70, nem refinada como a geração dos anos 80 e 90, com equipes repletas de craques que ganharam tudo em seus clubes mas que não tiveram nem a chance de serem campeões mundiais. Curiosamente, assim como a vitoriosa seleção francesa do franco-argelino Zidane e a talentosa seleção alemã do Mesut Özil, a Holanda de Gullit a Seedorf também tinha um elenco multi-étnico, indo da América Central ao Mediterrâneo. Mas não deixou de viver com conflitos internos, surgindo até acusações de racismo. Parece que os dois problemas foram deixados para trás. A seleção holandesa reencontrou o caminho para a Grande Final e, embranquecida, não pode ser mais acusada de preconceituosa.
Abaixo, a lista étnica alemã e matéria de O Globo sobre as relações entre Holanda e Suriname.
Abaixo, a lista étnica alemã e matéria de O Globo sobre as relações entre Holanda e Suriname.
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